Grécia reforça monitoramento de possíveis extremistas

O governo grego aceitou o pedido dos EUA de intensificar o monitoramento nos portos e aeroportos de pessoas suspeitas viajando da Europa para lutar com militantes do grupo extremista Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Estadão Conteúdo

03 Novembro 2014 | 14h41

O ministro grego da Ordem Pública, Vassilis Kikilias, se reuniu em Washington na semana passada com o procurador geral americano, Eric Holder, o diretor da CIA, John Brennan, e diretor do FBI, James Comey. Após seu retorno, ele informou nesta segunda-feira o primeiro-ministro, Antonis Samaras, sobre a visita e disse que a Grécia iria intensificar a cooperação com os EUA na luta contra o Estado Islâmico.

Em setembro, o secretário do Exército americano, John McHugh, viajou para a Grécia discutir a questão. O país é um importante ponto de trânsito para imigrantes e refugiados em busca de entrada ilegal em países da União Europeia.

Nos EUA, o Departamento de Segurança Interna aumentou os requisitos para viajantes provenientes de países que não precisam de visto obrigatório para entrar em território americano. O secretário de Segurança Interna, Jeh Johnson, informou que visitantes de 38 países que não necessitam de vistos, a maioria europeus, vão ter de dar mais informações sobre o passaporte e contatos, entre outros dados. A medida foi adotada em meio à crescente preocupação de ameaças de combatentes ocidentais retornando da Síria. Fonte: Associated Press.

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