Greve de servidores na Itália adia 40 mil cirurgias

Um sindicato de médicos na Itália disse hoje que mais de 40 mil cirurgias foram adiadas, por causa de uma greve de um dia contra os planos de austeridade do governo italiano. Os médicos e trabalhadores do setor protestaram em frente ao Parlamento, em Roma. Segundo eles, o governo planeja demitir vários trabalhadores temporários do sistema público de saúde.

AE-AP, Agência Estado

19 de julho de 2010 | 14h02

O governo italiano afirma que seu plano de austeridade, que prevê cortes de 25 bilhões de euros no orçamento, não tem na mira o sistema público de saúde, mas tenta reduzir as despesas. O principal sindicato italiano dos médicos, o Simet, informou que a greve adiou cirurgias não emergenciais e centenas de milhares de consultas agendadas.

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