Greve geral na Argentina bloqueia ruas da capital

Líder do sindicato afirmou que até 85% dos trabalhadores participava do protesto; chefe de governo alegou que o número se aproximava mais dos 25%

Estadão Conteúdo

28 de agosto de 2014 | 17h33

Uma greve geral convocada por opositores da presidente argentina, Cristina Kirchner, causa efeitos mistos no país. Havia menos pessoas nas ruas da capital Buenos Aires nesta quinta-feira, mas muitas das principais vias continuavam bloqueadas pelos participantes do protesto da Confederação Geral do Trabalho. Em alguns pontos, a polícia enfrentou os manifestantes para manter abrir as ruas.

Com motoristas de caminhão em greve, produtos deixaram de ser entregues e o lixo ficou nas ruas sem ser recolhido. Alguns bares e cafés ficaram abertos, mesmo após o sindicato de trabalhadores de restaurantes entrar na greve para pedir melhores salários, menos impostos e mais gastos com benefícios sociais.

Um dos líderes do sindicato afirmou que até 85% dos trabalhadores participava do protesto em algumas áreas. O chefe de governo Jorge Capitanich alegou, no entanto, que o número se aproximava mais dos 25%. /Associated Press

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