Greves fecham cidade portuária no Egito

Centenas de manifestantes de oposição ao governo bloquearam as estradas centrais e o trabalho foi interrompido pelo segundo dia na cidade costeira de Porto Said, no Egito. O local ficou marcado em 2012 por causa de um grande massacre que tirou a vida de 14 pessoas durante uma partida de futebol.

AE, Agência Estado

18 de fevereiro de 2013 | 09h09

Os civis estão protestando contra o assassinato de cerca de 50 pessoas durante manifestações realizadas no mês passado. Em janeiro, as demonstrações foram feitas por causa da condenação de 21 pessoas à pena de morte, cuja maioria pertencia à torcida do time local Al-Masry e havia sido julgada pela participação no massacre de 1 de fevereiro de 2012.

Como parte da greve geral em curso em Porto Said, funcionários do governo local e da alfândega portuária, além de pequenos empresários, não foram trabalhar nesta segunda-feira. A universidade, protegida pelo Exército, e os bancos permaneceram abertos.

Porto Said fica no extremo norte do Canal de Suez, mas as greves não têm interrompido o transporte na hidrovia internacional. As informações são da Associated Press.

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