Grupo assume atentado que matou 31 pessoas no Iraque

O Estado Islâmico do Iraque, grupo que reúne a Al-Qaeda e outros extremistas islâmicos no país, assumiu hoje a autoria de dois atentados feitos com carros-bomba que mataram 31 pessoas na frente de um ministério do governo iraquiano e também de uma operadora de telefonia celular, a qual o grupo chamou de provedora do "mal".

AE-AP, Agência Estado

24 de setembro de 2010 | 16h53

Em comunicado, o grupo disse que atacou o Ministério de Segurança Nacional e uma loja da operadora AsiaCell, no domingo passado, porque os dois são parte inseparável da repressão do governo iraquiano, chefiado pelos xiitas, aos insurgentes.

"Nossos esquadrões atingiram dois focos do mal usados como lugares de espionagem para os serviços de segurança do Iraque", disse o grupo. O comunicado foi publicado em um site usado por extremistas. Um funcionário da segurança iraquiana disse que o governo deteve pelo menos um suspeito dos atentados de 19 de setembro, que ocorreram no intervalo de poucos minutos em dois bairros diferentes. Muitas das vítimas eram civis, segundo o governo.

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