, O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2010 | 00h00

Pouco antes da divulgação das informações sobre os bastidores da diplomacia americana, o grupo ativista WikiLeaks disse ter sofrido um ataque que paralisou seu site e sistemas.

"Neste momento estamos sob um ataque em massa que bloqueou a distribuição de nosso sinal", informou o WikiLeaks. A suposta ofensiva não impediu que cinco veículos de imprensa nos EUA e Europa divulgassem suas primeiras matérias sobre os mais de 250 mil documentos secretos. Um dos principais suspeitos de ter enviado ao grupo as informações é o soldado Bradley Manning, que trabalhou no setor de inteligência do Exército americano no Iraque. /AP

PARA LEMBRAR

Em outubro, mais de 390 mil documentos secretos do WikiLeaks sobre a Guerra do Iraque foram revelados. Concluiu-se que mais de 190 mil civis morreram. Em junho, o site havia apresentado 90 mil documentos secretos sobre as operações no Afeganistão.

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