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Grupo palestino assume atentado em Jerusalém

Um grupo autodenominado "Forças de Resistência Popular Palestina" assumiu responsabilidade pela explosão de um carro-bomba num tranqüilo bairro ultra-ortodoxo judeu em Jerusalém hoje num fax enviado à The Associated Press. Em sua mensagem, o grupo palestino afirmou que o atentado com carro-bomba era um primeiro aviso para " o criminoso fascista Sharon em resposta a seu programa político e declarações" e exigiu que autoridades palestinas rompam contatos com o governo israelense. Em resposta, o primeiro-ministro eleito de Israel, Ariel Sharon, disse que o atentado iria apenas fortalecer sua resolução de não retomar negociações com a Autoridade Palestina, do líder Yasser Arafat, enquanto a violência continuar.As duas explosões com segundos de intervalo ocorreram pouco antes das 17 horas (horário local) numa rua transversal de Beit Yisrael, um bairro ultra-ortodoxo judeu de Jerusalém. "Foi um carro-bomba", disse o comandante da Polícia de Jerusalém, Micky Levy. "O carro ficou totalmente destruído". Houve informação de que a explosão foi causada por botijões de gás colocados no carro roubado, e não por explosivos, o que resultou em danos relativamente pequenos. Levy afirmou que uma pessoa ficou levemente ferida e foi levada para um hospital, e que nove outras pessoas foram atendidas por paramédicos em estado de choque.

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