Há três dias, mineiros estão presos e incomunicáveis na Nova Zelândia

Pode haver nova explosão de gás onde estão soterrados os 29 operários

Efe

22 de novembro de 2010 | 02h46

SIDNEY - Os 29 mineradores presos na Nova Zelândia completam nesta segunda-feira, 22, três dias debaixo da terra, enquanto as equipes de salvamento afirmam que é perigoso demais entrar para resgatá-los pelo risco de uma nova explosão de gás.

Máquinas perfuratrizes estão abrindo buracos em outras áreas da superfície para analisar o ar do interior da galeria, e as autoridades colocam inclusive um robô do exército se encarregue do resgate.

Este dispositivo com câmara entraria em um túnel que se encontra na metade de caminho rumo aos trabalhadores "para dar uma ideia de como será aquilo", explicou o comandante policial dos serviços de emergência, Gary Knowles.

No entanto, Knowles advertiu que só podem utilizar o robô se não houver risco que seu corpo metálico possa acender uma chama que provoque por sua vez outra explosão dentro da mina.

Os 29 trabalhadores têm entre 17 e 62 anos e entre eles há três cidadãos britânicos, dois australianos e um sul-africano.

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