Hamas avalia que líder assassinado colocou-se em risco

Um líder do grupo islâmico Hamas assassinado durante visita a Dubai no mês passado colocou-se em risco ao violar protocolos de segurança como falar sobre sua viagem pelo telefone e fazer reservas de hotel pela Internet, avaliaram correligionários neste sábado.

AE-AP, Agencia Estado

20 de fevereiro de 2010 | 17h27

Salah Bardawil, deputado pelo Hamas, revelou durante entrevista coletiva concedida hoje que Mahmoud al-Mabhouh, encontrado morto em 20 de janeiro em um quarto de hotel em Dubai, conversou por telefone com sua família em Gaza e disse em qual hotel estaria hospedado. Ainda segundo Bardawil, Mabhouh fez a reserva do hotel e agendou sua viagem pela Internet.

A polícia dos Emirados Árabes Unidos identificou 11 suspeitos e atribuiu o assassinato de Mabhouh, um dos fundadores do braço armado do Hamas, ao Mossad, serviço de espionagem internacional de Israel. Autoridades israelenses têm evitado comentários sobre o assunto e não confirmam nem negam o suposto envolvimento do Mossad no crime.

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