Hill defende conversa entre China e EUA sobre Mianmá

Secretário americano pode discutir o problema com altos funcionários chineses nesta quinta

Efe,

27 de setembro de 2007 | 02h07

O secretário de Estado adjunto americano, Christopher Hill, disse nesta quinta-feira em Pequim que os Estados Unidos e a China devem manter "estreitas consultas" sobre a crise de Mianmá. Em declarações à imprensa internacional antes das sessões do diálogo para a desnuclearização da Coréia do Norte, Hill destacou que "todos os países precisam usar a sua influência" para solucionar a crise. Em Washington, na quarta-feira à noite, um porta-voz do Departamento de Estado disse à imprensa que Hill poderia discutir o problema com altos funcionários chineses, nesta quinta-feira, em Pequim. A mesma fonte disse que a China poderia exercer sua influência sobre o regime birmanês. A China é um dos poucos aliados de Mianmá, mantendo amplas relações econômicas. Uma grande comunidade de chineses vive no país. Hill chegou na quarta-feira a Pequim para participar das conversas de seis lados entre as duas Coréias, China, Rússia, EUA e Japão para a desnuclearização norte-coreana.

Tudo o que sabemos sobre:
Mianmáprotestomonges

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.