Hillary diz que ditador e aliados buscariam exílio

WASHINGTON

, O Estado de S.Paulo

23 de março de 2011 | 00h00

O líder líbio, Muamar Kadafi, e seus aliados podem estar analisando possibilidades de exílio em outros países, mas ainda não está claro se o ditador considera deixar o poder. As afirmações são da secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Segundo Hillary, o governo dos Estados Unidos recebeu relatos não confirmados de que pelo menos um dos filhos de Kadafi pode ter sido morto pelas forças de coalizão que atacam o país desde o sábado.

A americana explicou que "as provas são insuficientes" para confirmar a morte, mas que as forças que o atingiram não seriam dos Estados Unidos.

"Parte disso (possibilidades de pedidos de exílio) é teatro", disse a secretária à emissora americana ABC, afirmando que os Estados Unidos estão cientes de que algumas pessoas estão tentando avaliar essas opções "supostamente em nome de Kadafi". "Muito disso vem do modo como ele (o ditador) se comporta, que é de certa maneira imprevisível. Mas algo, consideramos, é exploração (real de possibilidades)", afirmou, dizendo que essas pessoas querem saber aonde devem ir e o que fazer neste momento. "Estimulamos isso", declarou Hillary. / AP

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