Hillary pede democracia em Mianmar e no mundo árabe

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, está pedindo à Indonésia que promova a democracia em Mianmar e nos países do Oriente Médio e do norte da África no auge da revolta popular. Ela afirmou que sua bem-sucedida transição da ditadura e seu status de uma vibrante democracia de maioria muçulmana a tornam um modelo ideal para Mianmar e o mundo árabe.

AE-AP, Agência Estado

24 de julho de 2011 | 09h59

Em reuniões com autoridades indonésias neste domingo, em Bali, Hillary disse que a recente história do país "fornece um exemplo para transição para um governo civil e para construção de fortes instituições democráticas." Segundo ela, a Indonésia deu passos significativos em direção à democracia, mostrando que o islamismo pode coexistir com este tipo de governo.

"Nunca houve um momento melhor para os indonésios compartilharem o que aprenderam em sua própria transição para democracia com o povo do Egito, da Tunísia e de outras nações que agora estão na mesma jornada difícil", afirmou a secretária de Estado dos EUA.

A Indonésia, um país de mais de 237 milhões de pessoas, foi governada desde o final da Segunda Guerra Mundial pelos ditadores Sukarno e Suharto. Suharto foi deposto na revolta popular de 1998. As informações são da AP.

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