Holanda estuda assumir investigação da queda do MH17

O Conselho de Segurança da Holanda está em negociações para liderar a investigação sobre a queda do voo MH17 na Ucrânia, embora a decisão não tenha sido tomada, disse uma porta-voz da agência nesta segunda-feira. "Nós estamos falando sobre isso", afirmou.

Agência Estado

21 de julho de 2014 | 10h13

O Boeing 777, da Malaysia Airlines, foi supostamente abatido quando sobrevoava o leste da Ucrânia em 17 de julho, matando todas as 298 pessoas a bordo, a maioria de nacionalidade holandesa. A Ucrânia e os Estado Unidos, entre outros governos, acusam os rebeldes apoiados por Moscou de ter disparado um míssil contra a aeronave.

Uma equipe holandesa voou no domingo em um avião especial com equipamento que será necessário para a recuperação e processo de investigação, incluindo os caixões para os restos mortais e equipamentos fotográficos e outras máquinas de alta tecnologia, que vão mapear e examinar os destroços do avião, disse o primeiro-ministro da Ucrânia, Andriy Yatsenyuk.

Os holandeses devem tomar posse de todos os corpos, quando deixarem o território controlado pelas forças rebeldes ucranianas. É provável que todos os restos mortais sejam enviados para Amsterdã, onde os holandeses têm um dos melhor laboratórios forenses na região, disse o premiê.

"Os holandeses estão dirigindo o processo em coordenação clara com a autoridade da Ucrânia e da comunidade internacional. Para nós, não importa. Os corpos podem ir a Kiev ou para Amsterdã. Para nós, não importa. Nossa primeira prioridade é devolvê-los aos seus entes queridos", disse Yatsenyuk. Fonte: Dow Jones Newswires.

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