EFE / EPA / LAURENS BOSCH
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Holanda identifica 61 casos de covid-19 entre passageiros vindos da África do Sul

Os casos foram descobertos em um grupo de cerca de 600 passageiros que chegaram em Amsterdã em dois voos na sexta-feira, 26, antes de o governo holandês interromper o tráfego aéreo vindo do país africano

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de novembro de 2021 | 07h49
Atualizado 27 de novembro de 2021 | 09h35

Autoridades de saúde holandesas notificaram 61 casos de covid-19 entre um grupo de 600 passageiros vindos da África do Sul nesta sexta-feira, 26. A Holanda proibiu todas as viagens aéreas do sul da África, mas os dois voos da KLM já haviam decolado.

Estão sendo realizados, neste sábado, 27, novos testes para identificar se algum dos passageiros está infectado com a variante Ômicron. "Os viajantes com resultado positivo no teste serão colocados em isolamento em um hotel próximo a Schiphol", disseram as autoridades de saúde em um comunicado.  

Os passageiros dos dois voos da KLM disseram à Reuters que ficaram horas esperando na pista do aeroporto enquanto o Ministério da Saúde holandês decidia as medidas que seriam tomadas em relação ao grupo. 

"Aplausos vigorosos porque há um ônibus que veio nos levar... a algum lugar", tuitou a jornalista do The New York Times Stephanie Nolen, que estava no avião vindo de Joanesburgo.

Nolen escreveu, horas depois, que seu teste deu negativo e que ela aguardava um novo voo para o Canadá. Os passageiros que permanecerem na Holanda ficarão em quarentena em casa por 5 dias.

A nova variante foi detectada no momento em que muitos países europeus estão lutando contra um aumento nos casos de coronavírus.

O governo holandês anunciou na sexta-feira o fechamento noturno de bares, restaurantes e da maioria das lojas enquanto tenta conter uma onda recorde de casos de covid-19 que está sobrecarregando o sistema de saúde do país. / Com informações da Reuters

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