NBC 4 New York via AP
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Médico mata 1, fere 6 e se suicida em hospital de Nova York

Segundo fonte da polícia, o atirador foi identificado como Henry Bello, que trabalhou no local, e ele teria tentado atear fogo ao corpo antes de se matar

O Estado de S.Paulo

30 de junho de 2017 | 17h08
Atualizado 01 de julho de 2017 | 00h30

NOVA YORK -  Um médico abriu fogo nesta sexta-feira com um fuzil em um hospital no Distrito do Bronx, norte de Nova York, matando uma médica e ferindo ao menos outras seis pessoas antes de cometer o suicídio. 

O atirador foi identificado como o médico Henry Bello, de 45 anos,que havia trabalhado no hospital e havia sido demitido em 2015 por acusações de assédio sexual. Em 2009, Bello chegou a ser detido depois que duas mulheres o acusaram de tê-las espiado por debaixo das saias com um espelho.  

O atirador invadiu o Hospital Libanês do Bronx aproximadamente às 14h50 (15h50 em Brasília). Carros de polícia e de bombeiro foram enviados ao local e agentes ordenavam às pessoas que se escondessem. Após uma busca, a polícia encontrou o atirador morto. Segundo o comissário de polícia, James O’Neill, o homem teria tentado atear fogo ao corpo antes de se suicidar com a própria arma.

O jornal The New York Times, citando o corpo de bombeiros, informou que três médicos do hospital tinham sido baleados e um deles havia sido tratado pelos próprios funcionários. 

O Departamento de Polícia de Nova York informou que estava tratando o caso como um incidente em um local de trabalho, não relacionado a terrorismo. A CBS News afirmou que o atirador tinha um fuzil M16 escondido sob um jaleco branco e se protegeu em uma barricada improvisada dentro do hospital.

“Vi um dos médicos com um ferimento a bala na mão. Tudo o que eu ouvia era o médico pedindo ajuda”, disse Gonzalo Carazo à TV WCBS. Ele afirmou que se trancou em uma sala por ao menos 15 minutos até     que a polícia chegou e o retirou do hospital, que tem mais de 120 anos, cerca de mil leitos e um dos prontos-socorros mais movimentados de Nova York. / REUTERS, ANSA  e AP 

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