REUTERS/Rick Wilking
REUTERS/Rick Wilking

Homem que abriu fogo em igreja no Texas se matou após perseguição, diz chefe de polícia

Joe Tackitt afirmou à emissora CBS News que tiros foram trocados entre o agressor e dois moradores armados depois da ação

O Estado de S.Paulo

06 Novembro 2017 | 13h32

SUTHERLAND SPRINGS, EUA - O homem que matou ao menos 26 pessoas na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, no Texas, no domingo morreu em razão de uma ferida de tiro auto-infligida, disse o chefe de polícia do distrito de Wilson, Joe Tackitt, à emissora CBS News em entrevista na manhã desta segunda-feira, 6.

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Tackitt disse que tiros foram trocados entre o agressor e dois moradores armados durante uma perseguição de carro após o ataque. “Houve alguma troca de tiros, eu acredito, também na estrada, e então (o veículo do agressor) bateu”, disse Tackitt. “Nesse momento nós acreditamos que ele tinha uma ferida de tiro auto-infligida, depois que bateu.”

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Ainda nesta segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o ataque contra a igreja é uma questão de "saúde mental" e o acesso às armas nos EUA não é o problema. "Temos um monte de problemas de saúde mental em nosso país, mas não é uma situação imputável às armas", afirmou durante uma entrevista coletiva em Tóquio, primeira escala de sua viagem à Ásia.

"Foi um ataque horrível em uma igreja de uma região preciosa. Que triste. Quem poderia pensar que algo assim poderia acontecer?", questionou o líder americano.

No total, 26 pessoas morreram no domingo quando rezavam na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, no Texas, em decorrência dos disparos que um homem fez no local com um fuzil de assalto semiautomático.

Logo após o episódio, Trump escreveu em sua conta oficial de Twitter: "Que Deus esteja com o povo de Sutherland Springs, Texas. O FBI e as agências da lei estão no terreno. Estou acompanhando a situação no Japão". / REUTERS e AFP

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