LM Otero/ Reuters
LM Otero/ Reuters

Homem que matou 'Sniper Americano' pega prisão perpétua

Júri recusa versão da defesa de que ex-fuzileiro naval que matou ex-militar que inspirou filme de Clint Eastwood tinha problemas mentais

O Estado de S. Paulo

25 de fevereiro de 2015 | 08h58


WASHINGTON -  O ex-fuzileiro naval Eddie Routh, da Marinha dos Estados Unidos, foi condenado à prisão perpétua na madrugada desta quarta-feira, 25,pelos assassinatos de Chris Kyle, o franco-atirador que inspirou o filme Sniper Americano, de Clint Eastwood, em fevereiro de 2013.

Um júri popular formado por dez mulheres e dois homens declarou Routh culpado após um julgamento de duas semanas realizado na cidade de Stephenville, no estado do Texas.

O ex-militar assassinou Kyle e Chad Littlefield no dia 2 de fevereiro de 2013 em um campo de treinamento de tiro no norte do Texas quando os dois tentavam ajudá-lo com os problemas que sofria após servir no Iraque e no Haiti.

A defesa tentou demonstrar, em vão, que Routh cometeu os crimes influenciado por delírios próprios da esquizofrenia e do estresse pós-traumático que sofreu após o serviço militar, por isso estava fora de si e não sabia o que estava fazendo no dia dos assassinatos.

O julgamento despertou grande interesse midiático já que transcorreu em paralelo ao sucesso nos cinemas do filme. Kyle serviu na "Navy SEAL", a unidade de elite da Marinha americana, durante a ocupação do Iraque, e é considerado o franco-atirador mais letal da história do país, com 160 mortes confirmadas. / EFE

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