Hospitais registram seis reféns mortos nas Filipinas

De acordo com hospitais filipinos, seis reféns morreram hoje após um ex-policial sequestrar um ônibus com 25 passageiros, dentre eles vários estrangeiros e crianças, em Manila, capital do país. A polícia invadiu o veículo e matou o suspeito. Com isso, o número de mortos até agora no incidente é de sete pessoas.

AE-AP, Agência Estado

23 de agosto de 2010 | 11h58

O Hospital de Manila informou que recebeu cinco reféns, mas que dois já chegaram mortos. Os outros três não apresentavam ferimentos. Já os médicos do Hospital Manila Doctors informaram que receberam quatro mortos, além de uma mulher ferida em estado grave. O Hospital Geral das Filipinas afirmou que dois reféns foram levados à instituição com vida.

Horas após o início do sequestro, alguns reféns deixaram o veículo, enquanto a polícia o invadia e eram ouvidos tiros. Armado com um fuzil e uma pistola, o sequestrador já havia libertado anteriormente oito passageiros, dentre eles três crianças. Ele negociava sua absolvição pela defensora do povo das Filipinas das acusações que pesam sobre ele.

A polícia o identificou como Rolando Mendoza, de 55 anos, ex-inspetor com patente de capitão, afastado da corporação em 2008 após ser acusado de roubo, extorsão e tráfico de drogas. A polícia de Manila disse que os estrangeiros que estavam no ônibus eram chineses e que havia entre os passageiros três filipinos.

Tudo o que sabemos sobre:
Filipinassequestroônibusmortes

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.