Húngaro deve escapar de acusação por vazamento tóxico

O advogado que defende o diretor de uma companhia responsável pelo vazamento tóxico ocorrido na Hungria disse hoje que um juiz decidiu retirar as acusações contra o empresário e libertá-lo. Segundo Janos Banati, o magistrado da corte da cidade de Veszprem decidiu libertar Zoltan Bakonyi, pois os promotores não conseguiram elementos para acusá-lo formalmente.

AE-AP, COM DOW JONES, Agência Estado

13 de outubro de 2010 | 14h03

Bakonyi poderia ser acusado por negligência, pelas suspeitas de falta de advertências e planos de resgate, em casos de acidente como o da semana passada. Cerca de 700 mil metros cúbicos de líquido contaminado vazaram de um tanque de armazenamento em uma fábrica de alumina comandada por Bakonyi, em 4 de outubro. O material inundou três vilas no oeste da Hungria e chegou até o rio Danúbio.

Pelo menos oito pessoas morreram por causa do incidente. A fábrica de alumina deve ser reaberta ainda hoje ou na próxima sexta-feira, informou o chefe de prevenção a desastres do país, Gyorgy Bakondi. O governo diz que a retomada da produção já pode ser feita em segurança.

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