IATA não quer armas de fogo em aviões

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) criticou hoje a decisão tomada pelo governo norte-americano de exigir a presença de oficiais armados em determinados vôos internacionais que cruzem o espaço aéreo dos Estados Unidos. De acordo com o porta-voz da Associação, Anthony Concil, os custos de implementação de tal medida deveriam ser pagos pelo governo do país, e não pelas companhias aéreas.Concil explica que a IATA "não quer armas de fogo dentro dos aviões, principalmente dentro da cabine".Como forma de coibir ações terroristas, o Departamento de Segurança dos EUA exigiu a presença de agentes armados nos vôos em que julgar necessário, o que deverá ser determinado por informações do serviço de inteligência. Isso vale tanto para aviões com destino ao país como para aqueles que apenas cruzem o céu norte-americano com destino a outro lugar.

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