Iêmen detém duas mulheres suspeitas de terem enviado pacotes-bomba

O Iêmen prendeu ontem em Sanaa, capital do país, duas mulheres por envolvimento no envio de pacotes-bomba endereçados a instituições judaicas nos EUA. Caixas com explosivos foram interceptadas em aviões de carga da empresa UPS em Dubai e na Grã-Bretanha na sexta-feira, colocando americanos e europeus em estado de alerta. Uma estudante de medicina foi acusada pelo envio dos pacotes. Sua mãe foi detida para interrogatório.

, O Estado de S.Paulo

31 de outubro de 2010 | 00h00

A Casa Branca acusa a Al-Qaeda na Península Arábica - filial do grupo de Osama bin Laden, que opera no Iêmen. O presidente Barack Obama telefonou ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, e ao rei da Arábia Saudita, Abdallah bin Abelaziz, para discutir os ataques frustrados. Segundo o governo britânico, o artefato detectado no aeroporto de East Midland seria capaz de derrubar o avião da UPS. A França pediu a suas empresas de transporte aéreo que deixem de operar em solo iemenita. A Alemanha proibiu a entrada no país de carga vinda do Iêmen.

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