Iêmen diz que mais de 30 militantes da Al Qaeda foram mortos

Um ataque aéreo do Iêmen pode ter matado dois importantes líderes regionais da Al Qaeda e um muçulmano americano que teria participação na morte de 13 pessoas em uma base do exército dos Estados Unidos, segundo uma autoridade do país.

MOHAMED SUDAM, REUTERS

24 de dezembro de 2009 | 18h52

Acredita-se que Nasser al-Wahayshi, líder da Al Qaeda na Península Arábica, e seu vice, Saeed al-Shehri, estejam entre os mais de 30 militantes mortos em uma operação na província de Shabwa, disse o oficial, que pediu para não ser identificado.

O muçulmano Anwar al-Awlaki, nascido nos EUA, também pode ter morrido durante o ataque aéreo que tinha como objetivo atingir militantes que estariam planejando ataques no Iêmen e em alvos de petróleo no exterior, disse ele.

Se todas as mortes forem confirmadas, o ataque representará uma grande baixa para a Al Qaeda na Península Arábica. A unidade é vista como o braço regional mais perigoso da rede de Osama bin Laden.

Os EUA cooperam com os esforços do Iêmen para combater a militância da Al Qaeda. Autoridades do Pentágono não foram imediatamente localizadas para comentar qualquer eventual participação das forças dos EUA no ataque aéreo.

O oficial do Iêmen mencionou apenas um ataque aéreo, que o site do governo diz ter ocorrido às 5h da manhã, pelo horário local. Mas a rede de televisão local Al Arabiya reportou quatro ataques.

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