Ilegais em greve de fome deixam universidade na Grécia

Mais de 200 imigrantes em greve de fome encerraram na manhã de hoje a ocupação de cinco dias da Escola de Direito da Universidade de Atenas, após um tenso impasse com a polícia, enfatizando a crise enfrentada pelo país na questão dos imigrantes ilegais.

AE, Agência Estado

28 de janeiro de 2011 | 17h29

Os imigrantes, em greve de fome desde a última terça-feira, receberam o apoio de vários manifestantes gregos que se juntaram a eles e saíram do prédio da universidade. A seguir, marcharam pelo centro da cidade até um prédio privado alugado por manifestantes que apoiam os imigrantes.

Os grevistas, a maioria de países do norte da África, exigem ser legalizados pelo país, pedido rejeitado pelo governo socialista local que luta contra o problema da crescente imigração ilegal.

Um grande grupo de policiais - incluindo forças especiais - cercaram o campus no centro de Atenas durante as mais de dez horas de negociação que finalmente se encerraram às 3h30 de hoje (horário local, 23h30 de ontem em Brasília), quando os imigrantes saíram andando carregando cobertores e finos colchões. As informações são da Associated Press.

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