Imprensa é barrada em julgamento de estupro na Índia

O juiz indiano Namrita Aggarwal definiu nesta segunda-feira que a imprensa não poderá acompanhar as audiências que antecedem o julgamento dos cinco homens acusados de estuprar e matar uma jovem estudante em Nova Délhi.

AE, Agência Estado

07 de janeiro de 2013 | 11h57

Aggarwal atendeu ao pedido do promotor de que a imprensa seja barrada do processo, segundo informou o porta-voz da polícia, Rajan Bhagat. Centenas de jornalistas, advogados e curiosos lotaram o tribunal onde os cinco acusados serão julgados.

A expectativa é de que a audiência de hoje resulte na determinação de que o caso seja julgado de forma mais rápida pela corte. Os tribunais indianos são conhecidamente lentos, sendo que alguns casos se arrastam por décadas. O julgamento do caso de estupro deve começar nos próximos dias, após as audiências inicias.

Os homens são acusados de homicídio, estupro e outros crimes que podem resultar em pena de morte. O crime causou revolta nacional e provocou diversos protestos no país. As informações são da Associated Press.

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