Tatyana Makeyeva/ Reuters
Tatyana Makeyeva/ Reuters

Incêndio em hospital psiquiátrico na Rússia mata 38

Autoridades acreditam que fogo tenha sido provocado por curto-circuito

O Estado de S. Paulo

25 de abril de 2013 | 23h26

Um incêndio em um hospital psiquiátrico localizado perto de Moscou matou 38 pessoas, incluindo dois funcionários, segundo informações de autoridades russas de emergência.  A agência de notícias estatal russa RIA Novosti citou a polícia dizendo que o fogo foi provocado por um curto circuito. O incêndio teve início nas primeiras horas de sexta-feira (horário local) num hospital da cidade de Ramenye.

O fogo se espalhou por uma edificação de andar único do hospital, que é formado por um conjunto de cabanas de madeira e tijolo que mantinham pessoas enviadas pelos tribunais russos. Autoridades disseram que o incêndio, que começou por volta das 2h da manhã (19h de quinta-feira no horário de Brasília) foi causado por pacientes que fumavam ou por uma falha elétrica.

Até o meio da manhã, apenas algumas paredes restavam de pé. O teto havia cedido sobre o metal retorcido que eram as camas. Alguns corpos estavam no gramado próximo, envoltos em cobertores. Autoridades disseram que 36 haviam sido encontrados até o momento.

"Quem estava lá disse que tudo aconteceu em um instante. A enfermeira abriu a porta do quarto e havia fumaça, e mesmo quando ela viu o fogo não conseguia chegar ao extintor de incêndio. Aconteceu tudo muito rápido", disse Andrei Vorobyov, governador interino da região de Moscou.

Ele disse ao canal de televisão Rússia 24 que a enfermeira havia salvo dois pacientes. Ele disse que outros 36 estariam no hospital quando o fogo começou, mas outro funcionário local disse que 38 podem ter morrido./ AP e REUTERS

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