Incerteza cerca internação de Cristina

Em meio ao silêncio dos integrantes do governo argentino sobre a saúde da presidente Cristina Kirchner, circulavam ontem informações extraoficiais contraditórias sobre sua recuperação. Segundo fontes ligadas ao governo, Cristina pode ter alta médica no fim de semana. A imprensa argentina noticiava que os relatórios médicos oficiais "não revelam a real situação" da presidente.

ARIEL PALACIOS , CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES , O Estado de S.Paulo

06 de novembro de 2014 | 02h00

Ontem, a equipe médica que cuida da presidente disse que ela permanece "estável" e sendo "tratada com antibióticos". Depois que receber alta, segundo os médicos, ela deverá manter repouso por dez dias. No entanto, eles não disseram quanto tempo Cristina ficará internada.

No domingo, ela deu entrada no Hospital Otamendi no domingo em razão de um quadro febril infeccioso, Cristina sofreria de uma inflamação no sigmoide - uma área do cólon - provocada por uma bactéria.

No governo, há expectativa de que ela retorne à residência presidencial de Olivos para descansar. Ainda há possibilidade de a presidente ir à Austrália na semana que vem para participar da reunião do G-20.

Sem o otimismo do governo, o colunista político Nelson Castro, do canal de TV Todo Notícias, afirmou que os integrantes da equipe médica presidencial diagnosticaram uma perfuração no divertículo.

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