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Índia classifica morte de Bhutto como golpe à democracia

A Índia afirmou neta quinta-feiraque o assassinato da líder da oposição e ex-primeira-ministrado Paquistão Benazir Bhutto foi uma tragédia e um golpeterrível ao processo democrático. "Com a morte dela, o subcontinente perdeu umaimpressionante líder que trabalhava pela democracia ereconciliação em seu país", disse o primeiro-ministro indianoManmohan Singh, em comunicado. "A maneira como ela morreu é um alerta aos perigos comunsque nossa região enfrenta com atos covardes de terrorismo e ànecessidade de erradicar esta perigosa ameaça." Bhutto foi assassinada em um ataque a tiros e bombaenquanto deixava um comício eleitoral na cidade paquistanesa deRawalpindi, antes do pleito marcado para 8 de janeiro. Singh disse ter ficado "profundamente chocado eaterrorizado" ao saber da morte da líder, "que deixou umaprofunda". "A contribuição da senhora Bhutto para a democracia, para amelhora das relações Índia-Paquistão e a restauração danormalidade dentro do Paquistão serão uma inspiração", afirmouo chanceler Pranab Mukherjee. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, condenou "nostermos mais fortes possíveis o ataque terrorista que resultouna trágica morte de Bhutto e muitos outros paquistanesesinocentes", segundo a agência de notícias estatal. "O presidente convocou uma reunião de emergência de altoescalão... pouco após o trágico evento." De acordo com a agência APP, "ele pediu à população paramanter a calma para enfrentar esta tragédia e luto com renovadadeterminação de continuar a combater o terror". (Por Jonathan Allen)

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