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Ullstein bild via Getty Images
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Índia estuda reabrir caso sobre assassinato de Gandhi

Solicitação foi feita por pesquisador de organização formada por hindus de direita

O Estado de S.Paulo

06 de outubro de 2017 | 20h38

NOVA DÉLHI - A Suprema Corte da Índia decidiu nesta sexta-feira, 6, examinar a possibilidade de reabrir o caso sobre o assassinato do líder pacifista Mahatma Gandhi, ocorrido quase 70 anos atrás.

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O tribunal atendeu ao pedido de um pesquisador da organização Abhinav Bharat, formada por hindus de direita. O homicídio de Gandhi ocorreu no dia 30 de janeiro de 1948, quando ele foi baleado pelo nacionalista hindu Nathuram Vinayak Godse, enforcado em novembro do ano seguinte.

Segundo o pesquisador Pankaj Phadnis, que trabalha para a Abhinav Bharat, Godse foi usado como pretexto para um dos "maiores acobertamentos da história". Atualmente, a organização é presidida pela bisneta do assassino de Gandhi, Himani Savarkar. A Suprema Corte da Índia já destacou um advogado, Amarendra Sharan, para verificar se há indícios concretos que justifiquem a reabertura do caso. / ANSA

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