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Indígena adverte sobre risco de guerra civil no Equador

O líder indígena Antonio Vargas acusou o governo de provocar uma guerra civil depois que confrontos entre militares e manifestantes deixaram quatro indígenas mortos em uma região da selva amazônica. As quatro mortes foram confirmadas pelos dirigentes indígenas, fontes da Cruz Vermelha e por jornalistas das emissoras de rádio da região, que deram os nomes dos falecidos, entre eles um menino de 14 anos. "O governo está armando uma guerra civil entre o governo e o povo. E o próprio governo é o responsável por qualquer coisa que possa acontecer", disse Vargas, presidente da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE), que promove um protesto nacional contra a administração do presidente Gustavo Noboa. Ao mesmo tempo, o comando das Forças Armadas, em comunicado à imprensa, relatou que às 5 horas da manhã (hora local) e a pedido das autoridades regionais, "a força pública procedeu à desocupação (...) das pontes sobre os rios Napo e Mishuallí, com a finalidade de restabelecer o livre trânsito dos veículos". Explicou que os manifestantes atacaram os militares com "armas de fogo, granadas de dinamite e outros elementos que atentam contra a integridade física", e que o confronto deixou um morto e quatro feridos.

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