Indonésia confirma morte do terrorista Dulmatin

Ele era um dos terroristas mais procurados na região, acusado pelos ataques de Bali em 2002

Efe

10 de março de 2010 | 02h20

O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, confirmou nesta quarta-feira, 10, na Austrália a morte de Dulmatin, um dos terroristas mais procurados do Sudeste Asiático e acusado de ter realizado os ataques de Bali em 2002.

 

Dulmatin, por quem os Estados Unidos ofereciam uma recompensa de US$ 10 milhões, supostamente foi o criador das bombas que foram utilizadas nos atentados, que causaram a morte de 202 pessoas, a maioria turistas estrangeiros.

 

Dulmatin foi um dos três islamitas que foram abatidos a tiros em uma operação antiterrorista nos arredores de Jacarta, onde também foram detidos dois suspeitos.

 

"Tenho uma boa notícia que anunciar: Podemos confirmar que um dos (terroristas) mortos era Dulmatin", assegurou Yudhoyno durante seu

discurso perante o Parlamento australiano.

 

O suposto terrorista era um dos dirigentes da organização extremista Jemaah Islamiya, o braço da Al-Qaeda no Sudeste Asiático. Nascida em 1995, a Jemaah Islamiya pretende estabelecer um estado islâmico na Indonésia, Malásia e no sul de Filipinas e Tailândia.

 

Ele é especialista em informática e eletrônica, e há quase oito anos se escondia das forças de segurança nas selvas do sul das Filipinas e no norte da ilha de Bornéu.

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