Indústria bélica aposta em demanda de emergentes

Com o corte no orçamento militar de países ricos, as maiores indústrias do setor esperam um aumento de gastos de nações emergentes como Brasil, Índia, China, Rússia e Turquia. Dados do Instituto de Pesquisa Paz Internacional de Estocolmo (Sipri) revelam que, em 2010, a América do Sul registrou a maior alta mundial, com incremento de 5,8%, puxado pelo Brasil. No total, a região gastou US$ 63,3 bilhões. Em 2011, Dilma Rousseff freou as despesas do setor. "Houve necessidade de esfriar a economia brasileira", avalia o pesquisador do Sipri Samuel Perlo-Freeman. No Oriente Médio, governos aumentaram em 2,5% o gasto com armas em 2011. Na África, a alta de 5,2% foi puxada por produtores de petróleo como Argélia, Angola e Nigéria. / J.C.

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