AFP PHOTO / Scanpix Denmark / Bax Lindhardt
AFP PHOTO / Scanpix Denmark / Bax Lindhardt

Inventor admite ter desmembrado jornalista em seu submarino e jogado partes do corpo no mar

Apesar de sua afirmação, Peter Madsen nega ter assassinado Kim Wall e defende que ela morreu por envenenamento de monóxido de carbono dentro do submarino, enquanto ele estava no convés da embarcação

O Estado de S.Paulo

30 Outubro 2017 | 11h16

COPENHAGEN - O inventor dinamarquês Peter Madsen admitiu ter desmembrado a jornalista sueca Kim Wall em seu submarino em agosto e jogado as partes do corpo dela no mar, segundo informações da polícia da Dinamarca divulgadas em um comunicado nesta segunda-feira, 30.

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Madsen, que ainda nega ter assassinado Kim, disse à polícia que ela morreu por envenenamento de monóxido de carbono dentro do submarino, enquanto ele estava no convés da embarcação.

Kim, que iria entrevistar Madsen, desapareceu no dia 10 de agosto a bordo do Nautilus, um submarino de fabricação caseira que foi visto no dia seguinte na Baía de Koge, no sul de Copenhague, onde o inventor foi resgatado antes de a embarcação afundar.

Madsen disse inicialmente que a repórter tinha desembarcado horas depois do início da viagem e o submarino afundou em razão de um erro. Depois, mudou sua versão.

"Foguete" Madsen, como é mencionado pela imprensa dinamarquesa, é conhecido por seus submarinos. / REUTERS e EFE

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