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Investigação de ataques em Mumbai no fim, diz Paquistão

Islamabad sofre pressão para combater o Lashkar-e-Taiba, grupo acusado pelos atentados

AP

17 de janeiro de 2009 | 15h02

A investigação paquistanesa sobre os ataques terroristas na cidade indiana de Mumbai, em novembro do ano passado, será completada em dez dias, informou neste sábado, 17, o Ministério de Interior do Paquistão. O ministro Rehman Malik disse que será analisada informação entregue pela índia e apurada pelo próprio país.   Malik afirmou que há investigações em andamento no nível provincial e nacional. Islamabad sofre pressão para combater o Lashkar-e-Taiba, grupo militante proscrito paquistanês que a Índia acusa pelos ataques de novembro na capital financeira indiana, que deixaram 164 mortos.   Na quinta-feira, o Ministério do Interior do Paquistão divulgou que foram presas 71 pessoas ligadas ao grupo e outras 124 estavam sob vigilância. Malik disse esperar que a investigação termine rápido e comece um processo legal, mas pontuou que a velocidade disso dependerá também do sistema judiciário.   Em 5 de janeiro, a Índia entregou ao vizinho um dossiê com provas que incluíam informações sobre interrogatórios, armas e dados captados de telefones via satélite usados pelos agressores na ação em Mumbai. Entre os alvos da operação havia dois hotéis de luxo e um centro judaico.   A Índia afirma que o material comprova que militantes sediados no Paquistão armaram e executaram os ataques.   Funcionários indianos insinuaram várias vezes que agentes de inteligência do Paquistão estão envolvidos. O Paquistão nega, ainda que aceite que o único sobrevivente do ataque é um cidadão paquistanês.

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