REUTERS/David Moir (BRITAIN)
REUTERS/David Moir (BRITAIN)

Investigação sobre Madeleine McCann continua ativa em Portugal 12 anos após desaparecimento

Confirmação da Polícia portuguesa foi feita no dia em que o desaparecimento da menina na Praia da Luz, no Algarve, completa 12 anos

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de maio de 2019 | 16h31

LISBOA - A Polícia Judicial de Portugal confirmou nesta sexta-feira, 3, que a investigação sobre Madeleine McCann, que desapareceu no país em 2007, continua aberta. A confirmação foi feita no dia em que o desaparecimento da menina na Praia da Luz, no Algarve, completa 12 anos. A família britânica passava férias na região. 

"As averiguações seguem abertas no âmbito da Investigação Tutelada pelo Ministério Público de Portimão", cidade do sul de Portugal, informou a Polícia Judicial em comunicado, no qual lembrou que o caso se desenvolve em articulação com as autoridades internacionais. A Polícia Judicial informou que não poderia prestar esclarecimentos adicionais. 

A menina, que na época estava prestes a completar 4 anos, desapareceu enquanto dormia junto com seus irmãos gêmeos no apartamento de um complexo turístico onde estava com os pais. As crianças dormiam sozinhas enquanto os pais estavam em um restaurante próximo.

Idas e vindas

Em Portugal o caso foi encerrado em julho de 2008, mas foi reaberto em outubro de 2013 depois que novos indícios foram encontrados, em uma investigação paralela que também continua aberta pela Scotland Yard, a polícia do Reino Unido.

O jornal sensacionalista português Correio da Manhã publicou hoje uma notícia na qual garante que as autoridades portuguesas estão investigando um novo suspeito graças a outros indícios encontrados e, por isso, reforçaram a equipe encarregada pelas averiguações.

A Polícia Judicial mantém a investigação em absoluto silêncio, segundo o tabloide português.

Por enquanto, as mais de 2 mil diligências policiais, 500 buscas na região e 12 mil páginas do processo não conseguiram apresentar qualquer esclarecimento sobre a noite na qual Madeleine desapareceu. / EFE

 

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