Investigada morte de embaixador palestino em Praga

Autoridades da República Checa trabalham para identificar o tipo de explosivo que matou o embaixador palestino no país. Especialistas querem saber o que causou a explosão da substância e por que ela era mantida no cofre.

Agência Estado

02 de janeiro de 2014 | 10h17

O embaixador Jamal al-Jamal, de 56 anos, morreu na quarta-feira após os sérios ferimentos provocados pela explosão. O diretor do Instituto de Criminologia de Praga, Pavel Kolar, disse nesta quinta-feira que as investigações podem durar dias.

O porta-voz da embaixada palestina, El-Fahel, disse à rádio checa que o cofre era usado regularmente, contradizendo as declarações do ministro palestino de Relações Exteriores Riad Malki, que afirmara que o cofre não era tocado havia mais de duas décadas.

Recentemente a embaixada foi transferida para um novo complexo e o cofre estava na residência do embaixador. Segundo a polícia checa, não foi encontrado qualquer indício de que o diplomata tenha sido vítima de um crime. Fonte: Associated Press.

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