Investigadores não acessaram local da queda do MH17

Mais de três dias depois de o voo MH17 da Malaysia Airlines ser abatido pelo que autoridades americanas e ucranianas afirmam ser um míssil terra-ar, investigadores internacionais ainda precisam acessar o local da queda para analisar os restos do Boeing 777 e suas caixas-pretas.

AE, Agência Estado

20 de julho de 2014 | 18h53

As caixas-pretas são cruciais para entender como o avião se desintegrou e caiu, enquanto os restos podem indicar onde o míssil atingiu a aeronave. As caixas-pretas também podem descartar definitivamente qualquer problema técnico do avião.

Autoridades do governo ucraniano afirmaram neste domingo que interceptaram conversas sugerindo que separatistas estavam sob pressão de Moscou para encontrar as caixas-pretas e mantê-las fora das mãos dos investigadores internacionais. Também neste domingo, o líder separatista de Donestsk, Alexander Borodai, afirmou que os equipamentos foram localizados e estão guardados em Donestsk. Ele disse estar pronto para entregá-las a especialistas em aviação internacional.

"Não somos especialistas, nunca vimos uma caixa-preta. Suspeitamos que os equipamentos que recuperamos são as caixas-pretas", afirmou. Fonte: Dow Jones Newswires.

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