Irã deporta suspeitos de militar na Al-Qaeda

O governo iraniano anunciou hoje ter prendido e expulso mais de 500 pessoas suspeitas de militar na organização terrorista Al-Qaeda, que teriam se infiltrado no país pelas fronteiras com o Paquistão e Afeganistão. O ministro de relações exteriores do país, Kamal Kharrazi, não confirmou, contudo, se entre os deportados está o primogênito de Osama bin Laden, conforme ventilado pela imprensa. Tampouco indicou o período em que as prisões foram feitas. Segundo ele, a ação estampa a política iraniana de combater ações da organização no país. Instado a comentar uma eventual guerra no Iraque, o ministro afirmou que, embora seu país não tenha simpatia pelo governo de Saddam Hussein, não apóia a ação militar americana. Seu temor é de que os Estados Unidos assumam o controle daquele país, fazendo com que o Irã fique cercado por governos pró-Washington.

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