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EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH
EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH

Iranianos vão às ruas protestar após assassinato de general Qassim Suleimani

Dezenas de milhares de cidadãos estão ocupando as vias públicas do Teerã contra os "crimes" dos Estados Unidos

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de janeiro de 2020 | 09h41

TEERÃ - Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas de Teerã nesta sexta-feira, 3, para protestar contra os "crimes" dos Estados Unidos, após o país ter reivindicado a autoria dos bombardeios que mataram o general Qassim Suleimani, em um aeroporto de Bagdá. Nas fotos, é possível ver iranianos queimando as bandeiras dos EUA e de Israel.

Com frases como "Morte aos Estados Unidos" e cartazes com a foto do general, os manifestantes lotaram as ruas ao longo de vários quarteirões no centro da capital iraniana depois das orações desta sexta. Mais cedo, o presidente, o ministro das Relações Exteriores e o Líder Supremo deram declarações de pesar e ameaças contra os EUA. O bombardeio foi classificado como um “ato de terrorismo” e “violação à soberania” do País. 

“Sem dúvida, o Irã e outros países que buscam a liberdade na região, se vingarão”, afirmou o presidente iraniano Hassan Rohani

Enquanto isso, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, declarou: “Todos os inimigos devem saber que a resistência jihad continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva dos combatentes na guerra santa ainda é esperada”. 

Na manhã desta sexta, Khamenei anunciou que o brigadeiro-general Esmail Ghaan ocupará o posto deixado por Suleimani e que a Guarda irá permanecer "inalterada". Até o momento, ele era vice-comandante da força Al-Qods, responsável pelas operações estrangeiras do Irã. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

 

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