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Iraque recebe apoio internacional

Uma semana antes de se sentar com o secretário-geral da ONU para discutir sobre sanções e inspeções de armas, o Iraque desfruta, hoje, de amplo apoio internacional em vista dos ataques de mísseis promovidos por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos arredores de sua capital. O Iraque parecia determinado a manter a atenção voltada para os ataques aéreos que, segundo Bagdá, mataram dois civis e feriram outros 20.Países que foram partidários-chave da coalizão que expulsou o Iraque do Kuwait há dez anos e que deu origem à atual política de sanções internacionais contra o país, como Egito, Turquia, Síria, Jordânia, Espanha e França, têm criticado os últimos ataques aéreos. O chanceler francês, Hubert Vedrine, considerou o ataque de mísseis de sexta-feira "sem dúvida, uma demonstração de força". "Acreditamos há muito tempo que não existe base na lei internacional para esse tipo de bombardeio", opinou.A Rússia, que junto com a França tem buscado uma nova política internacional para o Iraque e questionado a utilidade das sanções impostas ao país, afirmou que os bombardeios foram injustificados. O porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Hamid Reza Asefi, afirmou em Teerã que os ataques anglo-britânicos eram "inexplicáveis".

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