Iraque se envolveu nos ataques ao WTC, diz Casa Branca

Mohammed Atta, um dos principais líderes dos seqüestradores aéreos de 11 de setembro, reuniu-se secretamente com um agente iraquiano em Praga cinco meses antes dos atentados nos EUA, segundo a Casa Branca. Esta convicção tenderia a demonstrar o envolvimento do regime de Saddam Hussein nos atentados em Washington e Nova York, afirma hoje uma nota destacada do ,i>Los Angeles Times - que adverte, no entanto, sobre as sérias dúvidas que alimentam nesse sentido o FBI e a CIA. De acordo com um alto funcionário da Casa Branca citado pelo jornal, "a hipótese está mantida e se ouvirá falar muito desse tema". Em compensação, o FBI e a CIA continuam céticos em relação a tal hipótese, embora o serviço de inteligência dos EUA não tenha excluído a possibilidade de que os atentados de 11 de setembro tenham sido apoiados por Bagdá, apesar da atual falta de provas. Não é a primeira vez que se fala de um encontro em Praga entre Atta e um agente iraquiano. Em outubro passado, o ministro do Interior checo, Stanislav Gross, disse que Atta esteve em Praga entre 8 e 11 de abril de 2001, e na ocasião se reuniu com Ahmad Khalil Ibrahim Samir Ani, vice-cônsul iraquiano.

Agencia Estado,

02 Agosto 2002 | 17h39

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