Israel acusa Egito de violar tratado de paz no Sinai

Funcionários do governo de Israel acusam o Egito de violar o tratado de paz de 1979 ao posicionar tanques no deserto do Sinai sem coordenação prévia.

AE, Agência Estado

21 de agosto de 2012 | 11h30

Pelo acordo, a porção egípcia do Sinai próxima da fronteira com Israel é considerada uma zona desmilitarizada, mas o governo israelense aceitou abrir exceções recentemente para que o Egito pudesse agir contra milicianos islâmicos na região.

Sob a condição de anonimato, os funcionários israelenses disseram que suas objeções ao posicionamento dos tanques na região foram comunicadas diretamente aos egípcios, assim como transmitidas por mediadores norte-americanos.

O Egito reforçou sua presença militar no Sinai depois de milicianos islâmicos terem atacado um posto do exército em 5 de agosto. O ataque resultou na morte de 16 soldados egípcios.

Israel elogia a repressão aos milicianos, mas alega que o posicionamento de tanques na região deve ser coordenado.

Também sob a condição de anonimato, um funcionário do governo egípcio disse ter-se reunido com autoridades israelenses e ouvido as queixas sobre a presença militar no Sinai.

O Egito é um dos poucos países da região a manter um tratado de paz com Israel. As informações são da Associated Press.

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