Israel adia pacto para Irã desacelerar plano atômico

Os EUA admitiram nesta sexta-feira (8) aliviar a pressão sobre nações que queiram importar petróleo do Irã para que um acordo sobre o programa nuclear de Teerã seja alcançado. A contrariedade de Israel foi decisiva para que um pacto - que incluiria uma pausa na construção de usinas atômicas por Teerã - não tivesse sido fechado ontem em Genebra.

JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE, Agência Estado

09 de novembro de 2013 | 07h06

À noite, o presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar o premiê Binyamin Netanyahu, com garantias de segurança. Outras concessões estudadas pelas potências ocidentais são a liberação de US$ 3 bilhões em ativos iranianos bloqueados e a suspensão de embargos contra bancos do Irã.

A perspectiva de um acordo nuclear com o Irã levou os chefes da diplomacia mundial às pressas à Genebra, num sinal de que um entendimento estaria próximo. Além da pressão de Israel, a desconfiança de congressistas americanos forçou a Casa Branca a exigir novos compromissos e esclarecimentos por parte de Teerã e adiou um acerto para este sábado (9). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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