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SAID KHATIB / AFP
SAID KHATIB / AFP

Israel bombardeia novos alvos do Hamas na Faixa de Gaza

Caças israelenses realizaram 'ataque em larga escala' na parte sul da Faixa

Redação, O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2020 | 05h53

JERUSALÉM - Na noite passada, o Exército de Israel bombardeou alvos do movimento islâmico palestino Hamas em Gaza, em resposta ao lançamento de três foguetes do enclave costeiro, em um novo incidente na fronteira, em meio à tensão no plano de paz proposto pelos Estados Unidos. Os caças israelenses realizaram um "ataque em larga escala" contra alvos do Hamas na parte sul da Faixa de Gaza, incluindo um local subterrâneo de fabricação de armas, disse um comunicado militar. Na noite de quinta-feira, 30, a milícia palestina disparou três projéteis, dois dos quais foram interceptados pelo sistema de defesa antiaérea Iron Dome.

Essa troca de tiros é a mais recente de uma série de incidentes violentos registrados nas últimas 48 horas na fronteira, incluindo um tiro em um posto de observação israelense e o lançamento de um projétil e balões com dispositivos explosivos de Gaza, seguidos por vários bombardeios, represálias israelenses contra alvos do Hamas.

Esses incidentes, comuns na região e que aumentam com os picos de tensão, coincidem com protestos isolados em Gaza e na Cisjordânia ocupada, em rejeição ao plano de paz para o conflito palestino-israelense proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O Exército de Israel foi reforçado na Cisjordânia ocupada e a polícia hoje aumentou a segurança na Esplanada das Mesquitas e outras áreas da Cidade Velha de Jerusalém e está preparada para responder a incidentes. O pedido de manifestações das facções palestinas não teve acompanhamento significativo, apesar da ampla rejeição da população.

O plano, apresentado por Trump com o primeiro-ministro israelense em exercício, Benjamin Netanyahu, dá lugar à anexação de grandes partes da Cisjordânia e impõe soberania limitada a um hipotético estado palestino, com capital nos subúrbios de Jerusalém. / EFE

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