Israel coloca vídeos de ataques a Gaza no YouTube

O canal atualmente tem mais de 2.600 assinantes e hospeda dez vídeos

AE-DOW JONES, Agência Estado

31 de dezembro de 2008 | 13h31

Militares israelenses abriram seu próprio canal de partilha de vídeo no site YouTube, postando cenas das ofensivas aéreas e outros ataques a militantes do Hamas na Faixa de Gaza. O porta-voz do escritório das Forças de Defesa de Israel, (IDF, na sigla em inglês), disse que o canal - youtube.com/user/idfnadesk - foi criado na segunda-feira para "ajudar a levar nossa mensagem ao mundo".     Veja também: Israel nega sugestão de trégua de 48 horas na Faixa de Gaza Militares israelenses sugerem trégua em Gaza Em Curitiba, palestino não pode voltar para casa  Lula: ONU não tem coragem para pôr paz em Gaza  Egito recusa abertura da fronteira com a Faixa de Gaza Israel rejeita trégua e diz que esta é 'só a 1ª fase' UE pede a Israel e Hamas que suspendam ataques   Lapouge: Israel quer restabelecer orgulho militar   Sete mil se alistam no Irã para atentados suicidas contra Israel Conheça a história do conflito entre Israel e palestinos Veja imagens de Gaza após os ataques   O canal atualmente tem mais de 2.600 assinantes e hospeda dez vídeos, alguns dos quais foram vistos mais de 26 mil vezes. Os vídeos em preto e branco incluem cenas aéreas de ataques da Força Aérea Israelense contra locais descritos como pontos de lançamento de foguetes, unidades de armazenagem de armas, um complexo do governo do Hamas e túneis para contrabando. O porta-voz do IDF disse que alguns dos vídeos foram removidos pelo YouTube, mas posteriormente foram recolocados. "Ficamos entristecidos hoje porque o YouTube tirou alguns de nossos vídeos exclusivos mostrando o sucesso das IDF na operação contra extremistas do Hamas na Faixa de Gaza", afirmou o porta-voz. "Felizmente, com o apoio de blogueiros e usuários, o YouTube recolocou alguns dos filmes que havia retirado", acrescentou. Desde que o massivo ataque aéreo começou no sábado, pelo menos 373 palestinos, incluindo 39 crianças, foram mortos e 1.720 ficaram feridos, segundo médicos de Gaza. Os militantes palestinos também dispararam mais de 250 foguetes, matando quatro pessoas em Israel e ferindo cerca de 24.

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