Israel critica decisão do Egito sobre Rafah

Um ministro israelense criticou, neste domingo, a decisão do Egito de reabrir o posto fronteiriço de Rafah com o Egito, advertindo que grupos de terror seriam capazes de movimentar armas e pessoas livremente pela fronteira.

NALU FERNANDES, Agência Estado

29 de maio de 2011 | 12h14

Israel afirmou que a reabertura da fronteira, que o Egito fechou para praticamente todo o tráfego em 2007, iria estimular o Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza e é classificado como terrorista por Israel, EUA e Europa.

"O livre movimento de pessoas e carga será usado de forma mais intensiva para trazer munição e equipamento militar e, mais ainda, para movimentação de terroristas", disse o ministro de Infraestrutura de Israel, Uzi Landau. Ele classificou a reabertura como "uma ocorrência lamentável".

O ministro das Finanças, Yuval Steinitz, disse que a decisão do Egito de reabrir o posto de fronteira, apesar da objeção de Israel, mostrou que o Estado não poderia depender de outras nações para proteger sua fronteira. "Esta é uma forte prova da razão pela qual é tão importante para Israel guardar suas fronteiras por si só para evitar infiltração de terroristas e armas", disse ele, no início de um encontro de gabinete, em Jerusalém. As informações são da Dow Jones.

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