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Israel ignora apelos contra expulsão de Arafat

Líderes israelenses ignoraram a condenação praticamente unânime da comunidade internacional à intenção de expulsar Yasser Arafat de sua base na Cisjordânia. Eles afirmaram que Israel mantém sua decisão de remover Arafat quando quiserem. O argumento principal é o de que o mundo não tem o direito de julgar uma nação obrigada a lidar com ataques suicidas. Para o governo israelense, Arafat já deveria ter sido expulso há muito tempo. "Nas primeiras horas da manhã de hoje recebemos telefonemas de todo o mundo", disse o ministro das relações internacionais de Israel Silvan Shalom. "Eles estão nos pedindo para não fazer nada contra Yasser Arafat. O mundo está de cabeça para baixo?", ironizou ele. Declarações de preocupação com a nova decisão de Israel foram feitas pelos Estados Unidos, União Européia, Rússia e Nações Unidas. Depois que Israel anunciou sua decisão, sem marcar data para a expulsão, milhares de palestinos foram às ruas para defender o presidente da Autoridade Nacional Palestina. "Com nossas almas, nosso sangue, nós vamos redimir você", cantava a multidão em Ramallah enquanto carregava bandeiras palestinas e o retrato de Arafat.

Agencia Estado,

12 de setembro de 2003 | 15h48

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