Israel justifica mortes como "erro profissional"

O Exército de Israel admitiu hoje que suas tropas cometeram um "erro profissional" ao colocar uma bomba que matou cinco estudantes palestinos na Faixa de Gaza. De acordo com fontes militares, vários oficiais receberam reprimendas. No incidente, ocorrido em 22 de novembro, cinco crianças, entre sete e 14 anos, morreram ao ativar uma bomba quando se dirigiam a uma escola no campo de refugiados de Khan Younis.O Exército israelense admitiu pouco depois da explosão que havia colocado a bomba em uma posição protegida com bolsas de areia. Hoje, ao apresentar um relatório oficial da investigação, o Exército disse que "o incidente foi um erro operacional, cujos resultados foram graves e tristes".

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