Israel lembra 14º ano do assassinato de Yitzhak Rabin

Os israelenses lembraram hoje o 14º ano do assassinato do primeiro-ministro Yitzhak Rabin. Houve cerimônias no local em que ele está enterrado, no Parlamento e também em escolas e centros comunitários por todo o país. Rabin foi morto a tiros por um extremista judeu que se opunha a suas políticas de paz, em 4 de novembro de 1995. Israel marca a data de acordo com o calendário hebreu.

AE-AP, Agencia Estado

29 Outubro 2009 | 14h53

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Shimon Peres e outras autoridades participaram, junto à família, de uma cerimônia perto do túmulo de Rabin em Jerusalém. "A grandeza de Yitzhak estava na sinceridade de sua liderança", disse Peres, que foi ministro de Relações Exteriores no governo Rabin e o sucedeu como primeiro-ministro após o crime. "Eu estou orgulhoso do que alcançamos sob a liderança de Yitzhak em nossa jornada conjunta, ainda que o trabalho não esteja concluído."

Netanyahu afirmou que Rabin era "um símbolo da integridade dos combatentes de Israel". Haverá no sábado uma cerimônia em Tel-Aviv, onde Rabin foi morto, após uma manifestação pela paz. O local do crime foi nomeado Praça Rabin, em homenagem ao ex-líder. A mídia israelense disse que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviará uma mensagem gravada ao país lembrando o legado de paz de Rabin.

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