Israel nega envolvimento na morte de Arafat

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Silvan Shalom, repudiou as alegações do grupo radical palestino Hamas, de que o governo israelense teria matado Yasser Arafat. Segundo Shalom, as acusações são "escandalosas e falsas". Os comentário do chanceler representam a primeira manifestação pública de uma autoridade israelense sobre os boatos de assassinato que se espalharam pelo mundo árabe desde que Arafat foi hospitalizado em Paris.Shalom afirmou que o chanceler palestino Nabil Shaath já veio a público para descartar envenenamento como causa da morte, e lembrou que Israel permitiu que equipes médicas do Egito, Jordânia e Tunísia examinassem o presidente palestino antes de sua transferência para a França.Manifestantes reuniram-se do lado de fora do quartel-general de Arafat na Cisjordânia, gritando "Queremos saber o motivo! Queremos saber o motivo!´, referindo-se à morte do líder. Yasser Arafat foi internado num hospital militar francês em 29 de outubro, mas nenhum diagnóstico foi divulgado sobre a causa de sua doença.

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