Burhan Ozbilici/AP
Burhan Ozbilici/AP

Israel põe em dúvida conversas nucleares com Irã

Vice-ministro das Relações Exteriores israelense, Danny Ayalon, disse que negociações podem ter sido tática de protelação de Teerã

AE, Agência Estado

18 de abril de 2012 | 11h45

TEL-AVIV - O vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon, disse nesta quarta-feira, 18, que as conversas nucleares entre o Irã e as potências ocidentais em Istambul, na semana passada, podem ter sido uma tática de protelação por parte de Teerã. Ele afirmou que o lapso de quase um ano e meio desde o fracasso da última cúpula foi tempo "perdido".

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Ayalon está pedindo para a comunidade internacional reforçar as sanções contra Teerã imediatamente, em vez de esperar até julho, como planejado. O Irã alega que seu programa nuclear é pacífico, mas Israel e o Ocidente afirmam que Teerã busca desenvolver armas atômicas.

Sanções

O governo da Suíça ampliou suas sanções financeiras contra o Irã congelando os ativos de mais 11 companhias e pessoas, sem identificá-las, mas decidiu não tomar qualquer ação contra o banco central de Teerã, disseram autoridades nesta quarta-feira.

A ação contra oito companhias e três pessoas foi realizada na terça-feira e "faz a Suíça estar em linha com as medidas restritivas" da União Europeia (UE) adotadas em janeiro, afirmou o governo.

Porém, uma exceção às medidas da UE "foi feito para o Banco Central do Irã, para o qual não foram impostas sanções, devido à importância da instituição para a economia iraniana", disse o governo.

As informações são da Associated Press.

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